Nossos Gestores do Esporte…o famoso jeitinho para obter resultados, até quando?

O cenário do esporte no Brasil não muda, não existe política para o desenvolvimento do esporte no país, embora os recursos provenientes das loterias e demais incentivos fiscais sejam fartos, a sua aplicação ao esporte é decepcionante, lendo algumas notícias recentes fica a constatação, até quando daremos o famoso jeitinho?

Vejam 2 trechos que ilustram bem o famoso jeitinho para obter resultados em competições esportivas, ao invés de um planejamento e incentivo para desenvolvimento do esporte, nossos gestores do esporte utilizam a  artimanha de recrutarem jogadores profissionais para comporem os quadros de competições amadoras…

medalhas_Rio_2011Nos Jogos Mundiais Militares 2011 que ocorreram este mês no Rio de Janeiro, os “dirigentes” transformaram atletas em militares, embora o Conselho Internacional do Esporte Militar alegue que manter atletas nas fileiras militares é comum, cabe um reflexão, será que os outros países usaram também desta tática?

Talvez sim, mas no caso da China que ficou em segundo lugar nos referidos jogos e cujo país foi sede das últimas Olimpíadas, é um país que tem tradição nos esportes, eles desenvolvem uma política para detecção e treinamento de atletas, boa  ou má, pelo menos ela existe, enquanto aqui damos um jeitinho… 

“Com 40 de suas 45 medalhas de ouro obtidas por atletas de alto rendimento incorporados pelas Forças Armadas, o Brasil ficou no topo do quadro de medalhas dos Jogos Mundiais Militares, encerrados neste domingo no Rio.

Na edição anterior, o país terminou em 31º lugar. O Ministério da Defesa não fez nenhum segredo: a intenção era evitar um vexame como anfitrião. Por isso, lançou editais de incorporação para manter 350 atletas de elite nos quartéis até 2016.

Se só as conquistas dos militares profissionais fossem consideradas, o Brasil encerraria o evento em nono lugar. Os brasileiros conquistaram 45 ouros, 33 pratas e 36 bronzes. Os recrutados foram responsáveis por 40 ouros, 29 pratas e 28 bronzes.” Leia mais em folha.uol.com.br.

No Esporte Universitário o cenário é mais caótico ainda, enquanto alguns alunos apaixonados pelo esporte se desdobram para treinar e competir pelas suas faculdades e ainda cumprir seus deveres acadêmicos e profissionais, a falta de regras que estabeleça condições de igualdade entre os times universitários, a falta de incentivo e campeonatos “justos” e uma política para o desenvolvimento do esporte educacional em todos os níveis, reflete-se nesse jeitinho, para também melhorar o desempenho do país nas competições internacionais:

“A Confederação Brasileira de Desporto Universitário(CBDU) anunciou nesta semana os convocados para defenderem o vôlei brasileiro na Universíade, principal competição do esporte universitário mundial. Entretanto, nenhum atleta da lista divulgada é conhecido entre as faculdades ou campeonatos nacionais entre estudantes. 

Em parceria com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e com a Unip, a CBDU possibilitou que os atletas da seleção brasileira “B” de Vôlei Masculino disputem o torneio, que será disputado em Shenzhen, China, de 13 a 24 de agosto. Para melhorar o desempenho do País na competição e dar mais rodagem internacional aos atletas, todos os jogadores da seleção foram matriculados no Ensino a Distância (EAD) da Unip, para que possam entrar em quadra na competição.” Leia mais em esporteuniversitario.net.

Teremos as Olimpíadas em 2016, qual jeitinho daremos? Quem vamos contratar para melhorar o desempenho do Brasil como país sede? Talvez naturalizar alguns atletas campeões que estejam descontentes em seus países de origem?

O que vocês acham?

Comentem, participem, compartilhem suas idéias.

Abrs!

Luis Carlos De Santana. 

Sobre LUCZ consultoria em esporte

Consultoria em Esporte, Fitness e Qualidade de Vida. Projetos e Marketing Esportivo, Gestão em esporte e Fitness, Treinamento, palestras e Eventos esportivos.
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11 respostas para Nossos Gestores do Esporte…o famoso jeitinho para obter resultados, até quando?

  1. Luciano Cabral disse:

    Prezado Amigo,
    Acredito que antes de expor sua opinião o digno consultor deveria procurar informações e se aprofundar sobre o tema, um pouco mais de atenção e o amigo saberia que a CBDU tem um calendário e um programa em execução que atende os “jovens apaixonados pelo esporte”, temos uma política definida em fóruns abertos para qualquer pessoa, inclusive com direito a voto !!! As seleções universitárias são frutos de várias ações, entre elas a oportunidade de oferecer condições para atletas de alto rendimento estudarem, em todas equipes temos atletas que surgiram dos campeonatos da CBDU e de suas Filiadas… Escrever sem compreender o tema é um equivoco que na sua profissão não se pode dar o luxo de cometer !!!
    Um abraço,

    Luciano Cabral

    • rafazimak disse:

      Sr. Luciano Cabral.

      Partindo de um trecho retirado da página Institucional, setor Objetivos da CBDU, que diz:
      “A intenção é estimular os jovens a conquistar, por meio dos valores morais, êxito na vida acadêmica e na carreira esportiva. ”
      Gostaria de entender onde estão os valores MORAIS em se inscrever uma equipe de profissionais para a disputa de uma UNIVERSÍADE.
      Sobre oferecer a chance de atletas de alto rendimento estudar, não seria mais lógico se eles estudassem antes de se tornarem profissionais? Na minha visão temos uma inversão de valores, colocamos profissionais para competir com amadores, universitários que passam o dia estudando e cumprindo seus estágios contra pessoas tem treinam mais de um período por dia. Onde está a formação? Não deveríamos alargar a base de participação? E como podemos fazer isso se colocamos atletas já profissionais nas categorias de formação, ocupando assim duas vagas, uma no profissional outra na formação.
      O papel da CBDU em estimular e desenvolver o esporte universitário, passa por este alargamento, trazer as pessoas a treinarem, competirem, participarem, terem a opção de se desenvolver e depois quem sabe, ser um profissional e representar seu país nas categorias de rendimento, o que não acontece com o enxerto de pessoas que já atinigiram os níveis mais altos de competição. Não existe um motivo óbvio para a existência do esporte universitário, ou seja de classificar ou categorizar o esporte, se estas diferenças não forem respeitados, podemos fazer todos disputarem os mesmo torneios.
      Acredito que estas atitudes precisam ser discutidas e como participante do esporte universitário a mais de 8 anos, não me lembro de ter encontrado uma oportunidade de participar em um nível como o Sr. relatou. Será que a representação dos universitários perante a CBDU é significativa a ponto de o Sr. relatar esta participação? Ou federações enfraquecidas unidas a IES interessadas em vantagens diversas que não o esporte, se fazem representar como a voz de um estado, deixando assim o esporte universitário refém de um sistema que afunila e dificulta a discussão.
      Espero que o Sr. abra esta possibilidade e que uma real situação do E.U. no país seja estudada.
      A falha do autor do texto não foi não compreender o tema, pelo contrário foi entender dele demais e ver o que realmente acontece.
      Atenciosamente,
      Rafael Zimak Figueiredo

  2. Fabio Marchioreto disse:

    É preciso ler e compreender o Esporte, enquanto seguir com a fálicia da politica nacional sob a tríade de que o espote é educacional, participativo e de alto rendimento teremos apenas oportunistas de plantão gerenciando o Esporte brasileiro. Esporte é um fenômeno único e singular, com caracteristicas universais, não é educativo e tampouco participativo. Esporte é para poucos, para uma elite e ponto final, como dizia Airton Senna, “o segundo é o primeiro dos perdedores”.

  3. Caro Sr. Luciano Cabral, Presidente da CBDU.
    Obrigado pela oportunidade de conversarmos sobre o tema.
    Eu conheço o tema e o cenário do Esporte Universitário, também acompanhei nos últimos anos, a condição da FUPE e o desgaste da mesma junto as entidades participantes, isto é, as Universidades, a sua grande maioria gerida pelos alunos das associações Atléticas Acadêmicas (AAA’s), também não vou pormenorizar a existência de vários campeonatos paralelos que ocorrem em SP, para fugirem da tutela da FUPE, como por exemplo, sobre a criação do JUPS, sob a tutela da FEDEESP, com recursos da prefeitura de SP, tanto financeira como de instalações (com parcerias).
    Me atendo as suas considerações, conheço a LIGA CBDU, o campeonato nacional que estão promovendo, com várias etapas regionais.
    Quanto a possibilidade de oferecer condições para que atletas estudem, sempre é louvável fornecer educação. A questão é, para obter os melhores resultados nas competições internacionais, é necessário ter atletas de alto rendimento, então o caminho escolhido, já que as regras permitem, é tornar atletas em estudantes universitários e leva-los a representar o país, como o resultado é o que importa, um time inteiro se torna universitário… Tudo para obter resultados…
    Sim muitos atletas surgem nas competições da CBDU, mas também precisamos lembrar que este mesmo recurso de “matricular” atletas é usado pelas IEs (Instituições e Ensino Superior).
    Não seria interessante também fornecer condições para que os estudantes que desejam ser atletas, olhe bem a diferença, estou falando de alunos (não atletas profissionais), praticassem suas modalidades, participassem de campeonatos, isto é, aumentar a base de participação com objetivo de termos um maior número de atletas com condições de competir em alto nível?
    A grande maioria das Universidades não destina recursos para manutenção do esporte universitário, os estudantes tem que se virar para arrumar recursos, pagando do próprio bolso, locações de instalações, técnicos, materiais, inscrições, viagens, etc, treinam em horários após sua jornada acadêmica e de trabalho…a lista é grande.
    Abraço!
    Atenciosamente,
    Luis Carlos De Santana.

  4. Marcelo Rizzo disse:

    Bem Sr. Presidente Luciano Cabral

    Quem escreve agora é um militante do esporte universitário a mais de 20 anos, primeiro como Atleta durante a faculdade e depois por 11 anos como técnico de equipes universitárias de todos os níveis, participei inclusive do JUB´s de 2000 a convite da Unisantana como assistente técnico do Professor Adilson Mantelado, alcançamos o vice campeonato na categoria feminina.

    Em paralelo a isso fui técnico de voleibol, atuando em clubes em diversas categorias, hoje sou técnico da Prefeitura de Diadema, trabalho com categorias de Base femininas.

    Sei bem do que estou falando, os atletas que o Sr. está levando para a Universiade, são profissionais do voleibol , treinam em 2 períodos pela manhã e pela tarde por não menos 6 horas por dia, fora jogos, viagens(todos os atletas da lista disputam a Superliga, que compreende o período de Dezembro a Maio) sessões de fisioterapia e por ai vai.

    Alguns da lista até conheço…e bem.

    Quem me dera vivêssemos num pais que oferecesse a condição de um atleta de alto rendimento cursar uma universidade antes, durante e em alguns casos até depois da sua carreira desportiva, não precisaríamos pro exemplo da categoria “provisionado” nos conselhos regionais de Educação Física, pois os atletas que seguissem a carreira de técnico seriam formados (com algumas felizes exceções).

    Teríamos gestores de esportes pelos quais o amigo Luis Carlos tanto clama com vasta experiência dentro das quadras.

    Talvez mais éticos, mais responsáveis com os rumos do nosso Pais num momento tão especial em que poderíamos realmente definir uma politica pública para o Esporte e Lazer em todos os níveis, perdemos novamente o trem da história e ainda por cima poucos se vão lembrar no futuro, mas estamos manchando-a irreparavelmente.

    Não precisaríamos contratar Atletas/soldados, nem Atletas/Matriculados as pressas (ainda chamo de Gato institucionalizado) para não passarmos vergonha nas competições internacionais amadoras.

    Em 1995 na Universiade de Fukuoka no Japão tinha uma amiga na Seleção Brasileira Universitária, ela na época aluna de Publicidade da Unip, e atleta do São Caetano E.C., no retorno ela comentou que tinham perdido feio para o time da casa, o time do Japão, que jogou com uma equipe de meninas muito novas, quase todas calouras e que uma , a levantadora tinha chamado a atenção de todas pois ela era muito baixa, era a Yoshie Takeshita uma das melhores levantadoras do mundo na última década, perceba, ela se tornou a atleta que é até hoje pois ainda atua DEPOIS de cursar uma universidade.

    Outro fato a se comentar, temos uma das 3 melhores ligas do mundo de voleibol, tecnicamente nosso jogadores são valorizadíssimos no mercado europeu por sua qualidade, não será uma competição Universitária com resultados semelhantes aos da Pífia (tecnicamente falando) Olimpíada Militar que irá trazer “rodagem internacional” aos nosso atletas,eles darão rodagem aos atletas dos outros países.

    Como ex-atleta, como profissional da Educação física, como técnico de voleibol me envergonho do estado do esporte Universitário do nosso Pais (em especial de São Paulo) e dessa maracutaia que vocês arrumaram para “nos representar”.

    Sou um ninguém no cenário do esporte, sou uma das formigas que trabalha para o esporte crescer, meu nome não sai em jornais, acho que a primeira vez que saiu na própria internet foi na Matéria do esporteuniversitario.net, mas sou um cidadão que paga impostos, que gera o dinheiro público que paga suas viagens, suas regalias, seus técnicos politicamente escolhidos e a falta de vergonha na cara em que se transformou essa história toda.

    Atenciosamente aos outros leitores do Blog

    Marcelo Rizzo Rodrigues
    Professor de Educação Física.
    CREF: 08949-G/SP

  5. Gustavo Battaglia disse:

    Sr. Luciano Cabral, gosto da internet por ser um meio de comunicação democrático..
    O sr., como dono da verdade absoluta do esporte universitário no país, tem esse espaço pra rebater as afirmações dos amigos acima.
    Vai o fazer ou vai continuar escondido atrás do seu computador?
    Um abraço aos amigos Rafael, Marcelo e Luiz

  6. mabizetti disse:

    CBJD
    Art. 235. Atestar ou certificar falsamente, em razão da função, fato ou
    circunstância que habilite atleta a obter registro, condição de jogo, inscrição, transferência
    ou qualquer vantagem indevida.

    Atesta que esses são atletas universitários?

    Eu APOSTO que a matrícula dos referidos atletas não vai durar um ano.

    Ótimo texto, LUCZ.

    • Marcelo Rizzo disse:

      Queria na verdade ver os certificados de conclusão do ensino médio de todos…

      Teríamos algumas surpresas…

      Ou não.. quem sabe… hehehe

  7. Lucas disse:

    Prezados,

    A discussão aqui levantada é imprescindível. Sou Vice Presidente de uma Associação Atlética Acadêmica em São Paulo e vivo de perto todas as dificuldades acima mencionadas. Cada vez menos alunos se interessam por participar de uma modalidade esportiva, exatamente pelas crescentes dificuldades, quais sejam, corte na bolsa de estudos, corte no repasse, necessidade contínua de eventos para custeio de quadras, treinadores e material esportivo… Isso sem falar no despreparo com que as Atléticas conduzem seus trabalhos… Como podemos esperar que alunos de cursos como direito ou biologia tenham know-how para verdadeiramente alavancar projetos que façam a diferença no ambito esportivo? As faculdades não vem qualquer vantagem em incentivar o esporte universitário, essa é a verdade. Não traz mídia. Nossa Atlética tem ganhado todas as competições que participa e NUNCA recebemos um parabéns por parte da universidade, a despeito das madrugadas que viramos para cuidar de todos os preparativos, por que ninguém imagina que vamos largar nossos estágios e aulas… Pois sim, as vezes largamos, não pelas festas, mas por nossos atletas. Prejudicamos nossa formação por eles, e o que recebemos em troca é a perspectiva do “ajuste brasileiro”. Não se investe em educação de base, pra ajustar temos o PROUNI. Não se investe no esporte UNIVERSITÁRIO, pra ajustar “contratamos” atletas profissionais por meio de vestibulares pouco criteriosos.

    Claramente esse texto foi um desabafo necessário.

    Abraços,

  8. Senhor Luciano,

    Somente nesta data, tive conhecimento do seu comentário tentando explicar o que ocorre com o esporte universitário brasileiro e mostrou que não existe preocupação em aumentar o número de Instituição de Ensino que participam do Esporte Universitário, pelo menos, aqui em São Paulo.

    INSTITUIÇÕES DE ENSINO ÉTICAS em São Paulo mantém o aluno REGULARMENTE MATRICULADO e FREQUENTANDO os cursos e não simplesmente matriculam os alunos em cursos de EAD para participarem de torneios esporádicos. Infelizmente o “Gato” Legal, mas imoral.

    COMO ATUAL PRESIDENTE DA DIRETORIA EXECUTIVA DA LIGA ESPORTIVA UNIVERSITÁRIA PAULISTA, COM CERCA DE 40 ENTIDADES UNIVERSITÁRIAS E 5.000 PESSOAS ENTRE ATLETAS E DIRIGENTES FILIADOS NESTE ANO DE 2011, NÃO FUI PROMOTOR DA MATÉRIA, MAS A PARTIR DO MOMENTO QUE TOMEI CONHECIMENTO DO CONTEÚDO, TENHO POR OBRIGAÇÃO EXPRESSAR MINHA OPINIÃO, E COMO VOCÊ DISSE SE NÃO FAÇO PARTE DO SISTEMA, PORQUE SE INCOMODOU EM RESPONDER AS CRÍTICAS, SE SENTIU INCOMODADO COM AS OPINIÕES DAS MUITAS PESSOAS QUE FAZEM ESPORTE UNIVERSITÁRIO EM SÃO PAULO, QUE MESMO COM TODOS OS SEUS PROBLEMAS, AINDA É O MAIOR DO BRASIL.

    NÃO SOMOS “ENTIDADE PARALELA” E SIM UMA ENTIDADE DE PRÁTICA DESPORTIVA QUE COMPLETARÁ 07 ANOS DE SERVIÇOS PRESTADOS AO ESPORTE UNIVERSITÁRIO DEVIDAMENTE CONSTITUÍDA, REGISTRADA E CUMPRIDORA DAS LEIS ESPORTIVAS QUE REGEM O DESPORTO NACIONAL.

    LAMENTO A FALTA DE RESPEITO E CONHECIMENTO SOBRE O NOSSO TRABALHO REALIZADO NA LIGA ESPORTIVA UNIVERSITÁRIA PAULISTA NO CENÁRIO DE SÃO PAULO.

    NOSSA ENTIDADE CELEBRA CONVÊNIOS COM O PODER PÚBLICO ESTADUAL E MUNICIPAL E GERA BENEFÍCIOS AOS SEUS FILIADOS EM DIMINUIÇÃO DE VALORES EM PARTICIPAÇÃO.

    TAMBÉM GERA EMPREGO AOS DIVERSOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUE TRABALHAM DENTRO DO SEGMENTO, RESPEITANDO-OS E PROPORCIONANDO CALENDÁRIO ESPORTIVO COMPETITIVO.

    NÃO ESTOU PREOCUPADO EM FAZER “POLITICAGEM”, MAS SIM MOSTRAR AOS INTERESSADOS EM ESPORTE UNIVERSITÁRIO QUE DO JEITO QUE ESTÁ NÃO PODE FICAR, TEMOS QUE UNIR AS FORÇAS, DEIXAR NOSSAS DIFERENÇAS DE LADO E NÃO COMPACTUAR COM ALGUNS DESMANDOS QUE SE FAZEM DENTRO DESTE UNIVERSO.

    PORTANTO, SENHOR LUCIANO, RESPEITE AS OPINIÕES E CRÍTICAS DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO PAULO. AS NOSSAS PROPOSTAS E SUGESTÕES SÃO CLARAS E OBJETIVAS E QUEREM RESGATAR O ESPORTE UNIVERSITÁRIO NO ESTADO DE SÃO PAULO, QUE FOI MALTRATADO E “DESTRUIDO”.

    Atenciosamente,

    Prof. Junior Putarov
    Presidente
    LIGA UNIVERSITÁRIA PAULISTA

  9. Agora vejamos os fatos: “90% dos jogadores que representaram o Brasil na China, trancaram suas matrículas na UNIP”, segundo apurou o blog do Bruno Voloch. http://blogdobrunovoloch.blogosfera.uol.com.br/2011/10/07/malandragem-levou-volei-do-brasil-a-universiade-da-china/
    Nem demorou muito para ver a eficiência dessa estratégia. Vergonha!

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