Recursos para o esporte brasileiro – II

Alguns posts atrás eu estava pesquisando sobre os recursos destinados ao esporte brasileiro, não obtive muito sucesso na pesquisa pela internet, hoje eu estava lendo o blog do José Cruz e ele publicou alguns dados interessantes sobre o assunto, tomo a liberdade de reproduzir um trecho da sua matéria, a seguir:

Olímpicos receberam R$ 635 milhões dos cofres públicos, em dois anos

            O esporte olímpico brasileiro – terceiro lugar nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara – foi contemplado com R$ 635 milhões, entre dezembro de 2009 e outubro de 2011. Tomei por base os dois últimos anos porque foi quando o Ministério do Esporte abriu as torneiras de seu orçamento.

A principal fonte – R$ 320 milhões – que turbinou os olímpicos é dos patrocinadores. São sete estatais investindo em 19 modalidades: Banco do Brasil, Caixa, Infraero, Petrobras, Casa da Moeda, Eletrobrás e Correios. Ao atletismo, a Caixa repassou R$ 10 milhões em 2010 e R$ 15 milhões este ano. Para a vôlei, futsal, tênis e vela o Banco do Brasil reserva R$ 60 milhões anuais.

Lei Piva

Outros R$ 251 milhões vêm das loterias federais (Lei Piva), sendo R$ 143 milhões, em 2010, e R$ 108 milhões até setembro deste ano. Em torno de 40% desse recurso é rateado entre as confederações olímpicas.

Lei de Incentivo

Já a Lei de Incentivo ao Esporte recheou os cofres do esporte com R$ 34,4 milhões, entre janeiro de 2010 e outubro de 2011. O Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo, é o principal captador para a formação de sua equipe olímpica: R$ 9,6 milhões, seguido pelo Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte, com R$ 6 milhões, outra importantíssima entidade formadora e fornecedora de atletas olímpicos.

Entre as confederações, a de Judô captou R$ 6,3 milhões, seguido da Confederação de Desportos Aquáticos, com R$ 6,1 milhões. Golfe, rugby, tênis, tênis de mesa e hipismo também usaram a Lei de Incentivo ao Esporte para turbinar seus projetos.

Já o Basquete, que recebe R$ 11 milhões anuais de patrocínio da Eletrobras, conseguiu R$ 2,8 milhões na Lei de Incentivo ao Esporte, enquanto o COB captou R$ 2,9 milhões.

Convênios

Como se essa dinheirama não fosse suficiente, o Ministério do Esporte também abriu os cofres.

E lá se foram mais R$ 32 milhões, em dois anos, sendo R$ 14 milhões apenas para o Comitê Olímpico. A confederação de Basquete pegou mais R$ 2,1 milhões, o mesmo valor entregue à Confederação de Desportos Aquáticos. Tênis, hipismo, tênis de mesa, entre outras, também foram contempladas pela generosidade do ex-ministro Orlando Silva.

Dúvida

Será que, quando abre os cofres, o Ministério do Esporte considera as outras ricas fontes de financiamento às confederações desportivas?

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